terça-feira, 19 de agosto de 2008

Antologia Poética Cecília Meireles, recita ela mesma - 1952


Antologia poética Cecília Meireles, recita ela mesma - 1952

1. Apresentação
2 Retrato
3 Elegia a uma pequena borboleta
4 Guitarra
5 Cavalo Morto
6 Romance da bandeira da Inconfidência
7 Balada das dez Bailarinas do Cassino
8 Carta a minha noiva.

CD: Antologia Poética Mário Quintana. 1983


Coletânea de poemas de Mário Quintana, o poeta que soube pintar a vida com fina ironia e até sarcasmo, sem abrir mão de seus sentimentos e emoções mais singelas. Os poemas aqui incluídos foram selecionados de diversos livros publicados ao longo da vida do poeta. Desta vez, não irei relacionar as faixas/poemas por serem mais de 100. Porém tenho certeza que este disco traz os melhores poemas na voz do próprio autor.

CD: Antologia Poética Vinícius de Moares. 1977


Vínicius recitando poesias, vale ouvir atentamente !

Desespero da piedade
A Estrelinha polar
Rosário
Quatro
Sonetos de meditação
Marina Allegro
Epitafio
Soneto da separação
Mensagem à Poesia
Poema enjoadinho
Balada da praia do Vidigal
Soneto da despedida
O Poeta e Lua
Poema de natal
Elegia na Morte de Clodoaldo Pereira da Silva Morais, Poeta e Cidadão
Poética I e II
A Hora Íntima
O mais que perfeito
Soneto do amor total
O Poeta Aprendiz - Part. Toquinho
O mergulhador
Dialética
Balada na moça do Miramar
Poema nos olhos da amada
Feijoada à minha moda
Soneto De Martha (La Flor Ilimitada)
O Haver

Trilha Sonora do Documentário Monteiro Lobato, Furacão na Botocúndia - 1998


RARIDADE!!! Ganhadora de inúmeros prêmios em melhor trilha sonora original para documentário esta pérola fez parte das comemorações em 1998 das comemorações dos 50 anos de morte do escritor. EDIÇÃO FORA DE COMÉRCIO.

LANÇADA EM NÚMEROS LIMITADOS DE DISTRIBUIÇÃO.

ACOMPANHA ESTOJO E ENCARTE PERSONALIZADO.


FAIXAS:

01 - Menino de taubaté

02 - Descobrindo São paulo

03 - O Fazendeiro e 0o jeca Tatu

04 - Quem se lembra do saci?

05 - De quem é a culpa?

06 - Repensando o Brasil

07 - Contador de Histórias

08 - Um eterno Inconformado

09 - O Modelo Americano

10 - Ferro e Petróleo para o Brasil

11 - Morrendo na Alma

12 - O Lobato que Fica...

CD: E agora Drummond? Cem anos de Carlos Drummond de Andrade. 2000


EDIÇÃO FORA DE COMERCIO COM OS MELHORES POEMAS QUE RETRATANDO A VIDA DO POETA MINEIRO. TEM SERENATA, BEM A MODA MINEIRA. TRATA-SE DE UM PEÇA TEATRAL SONORA EMOCIONANTE E EMPOLGANTE. RICA PARA ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS, MÉDIO E UNIVERSITÁRIOS, ALÉM DE APAIXONADOS PELO MELHOR DA OBRA DRUMMONDIANA.

CD:Poética de Mário Quintana. 1979. RARIDADE




ALBUM RARO. ITEM DE COLECIONADOR. TOTALMENTE DIGITALIZADO. POESIAS DE QUINTANA RECITADAS POR MARIA FERNANDA (FILHA DA POETISA CECÍLIA MEIRELES) E PELO AOTR RUBENS DE FALCO.

CD: Manuel Bandeira, O Poeta em Botafogo, 1967


Numa noite, em meados de 1967, na casa do diplomata Lauro Moreira em Botafogo, depois de um jantar, Manuel Bandeira disse que queria gravar alguns poemas. Daí gravaram na mesma noite com os ruidos das buzinas dos carros que na rua passavam e tudo mais. Essa fita ficou perdida nas caixas que Moreira carregava toda vez que mudava de país, perdida no meio de suas coisas. Em 2003 Moreira achou essa fita e então descobriu que ela estava intacta. Na seleção de Bandeira entraram poemas seus muito conhecidos, como "Porquinho da Índia", "Rondó do Capitão", "Última Canção do Beco", "Neologismo" e "Vou-me Embora pra Pasárgada". Também há poemas não tão famosos, como "Noturno da Mozela". Embora já estivesse com mais de 80 anos e enfraquecido por tanta luta contra problemas de saúde, como a tuberculose, Bandeira lê seus versos com vigor e clareza. Em uma espécie de lado B do CD, Moreira recita outras 25 criações de Bandeira, como "Pneumotórax", "Testamento" e "Evocação do Recife".

CD: Música do Brasil Colonial: Compositores Mineiros


Música do Brasil Colonial: Compositores Mineiros é o álbum que apresenta o Brasilessentia Grupo Vocal e Orquestra, sob a regência de Vitor Gabriel, interpretando obras sacras de compositores do século XVIII e XIX, entre eles, José Joaquim Emerivo Lobo de Mesquita, Marcos Coelho Neto e João de Deus de Castro Lobo. De valor histórico inestimável, a gravação ilustra um trabalho concebido e prestigiado pelo diretor do Museu Inconfidência de Ouro Preto, Minas Gerais, o Professor Rui Mourão, para a preservação, organização, catalogação, transcrição de obras e divulgação do acervo de manuscritos. Um CD imperdível. Confira!

CD: Música de Minas, 1981


Disco de 1981

1- Tempos de Viola - Renato Andrade (Renato Andrade)

2- Domine Jesu -Madrigal renascentista (Manoel Dias de Oliveira, Bajulass)

3- Valsinha Extremosa - Odette Ernest Dias (Maria Setembrina)

4- Antonio Dó - Babaia (Tavinho Moura e Murilo Antunes)

5- Toada nr

6- Sarapalha - Renato Andrade (Renato Andrade

7- Azedo e Mascavo - Celso Adolfo (Celso Adolfo)

8- Rio Araguaia - Mambembe (Ricardo Faria e Toninho Camargos)

9- Trio - Trio Haydn (Eduardo José Guimarães Álvares)

CD: Cabaré Mineiro. Trilha Sonora do Filme 1981 RARIDADE




1 Cabaret mineiro (Carlos Drummond de Andrade - Tavinho Moura)


2 Nuca... jamais (Noel Rosa)


3 O sonho (Zezinho da Viola)


4 A rua de baixo (Crônica de Geraldo Prates)


5 Tema de Salinas (Tavinho Moura)


6 Dona Mariana (Folclore - Tavinho Moura)


7 Delírios de Paixão (Tavinho Moura)


8 Maria Manteiga/Bunda virada (Folclore - Tavinho Moura)


9 Suíte do quelemeu (Folclore - Tavinho Moura)


10 Pra esquecer (Noel Rosa)


11 O aventureiro do São Francisco (Tavinho Moura)


12 Serenata das virgens (Mendes de Oliveira - José Maria Fernandes)


13 Te pega te pica (carlos Alberto Prates Correa - Zeduardo - Tavinho Moura)


14 Meu semblante é teu sentido (Folclore - Tavinho Moura)


15 A onça (Tavinho Moura)


16 Chirimia das loucas (Tavinho Moura)


17 O trem das loucas (Tavinho Moura)


18 Paixão come pequi (Tavinho Moura)


19 Adeus adeus (Folclore)

CD: Arquivos Sonoros Históricos Raros (Jk, JANIO, JANGO)







GRAVAÇÕES HISTÓRICAS RARAS. TOTALMENTE RESTAURADAS EM SOM DIGITAL E SEM CORTES.ITEM DE COLECIONADOR. ACOMPANHA ENCARTE E ESTOJO.






FAIXAS:



01 - DESPEDIADA DE JK (JUSCELINO KUBITSCHEK)



02 - RENÚNCIA DE JÂNIO QUADROS



03 - DESPOSIÇÃO DE JANGO (JOÃO GOULART)

Orfeu Negro (Vinícius de Moraes) - 1958


Primeira versão cinematográfica da peça Orfeu da Conceição, de Vinícius de Moraes, Orfeu Negro transpõe o mito grego de Orfeu e Eurídice, uma trágica e bela história de amor, para os morros do Rio de Janeiro, durante o carnaval. Consagrado no mundo inteiro, tendo recebido muitos prêmios, incluindo a Palma de Ouro em Cannes e o Oscar de Filme Estrangeiro, o filme foi também um dos marcos fundadores da bossa nova, trazendo músicas clássicas do gênero assinadas por Tom Jobim, Vinícius, Luiz Bonfá e Antonio Maria, como "A Felicidade", "Manhã de Carnaval" e "O Nosso Amor". Apresentado em versão restaurada e remasterizada, Orfeu Negro é um daqueles títulos obrigatórios na coleção de qualquer cinéfilo de bom gosto. Curiosidades: - O filme foi primeiramente lançado em vídeo, no Brasil, com o nome Orfeu do Carnaval. - A trágica história de amor de Orfeu e Eurídice deu origem a dois outros filmes de destaque. O mais antigo deles é Orfeu (1950), clássico do francês Jean Cocteau. Recentemente, foi lançado Orfeu (1999), nova versão cinematográfica da peça de Vinícius de Moraes.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.SÉCULO XX: PRIMEIROS TEMPOS (o Pré-modernismo) - VOL. 06


O início do século XX no Brasil caracterizou-se pelo fortalecimento do regime republicano e pela modernização urbana de suas principais cidades. O café é o motor da economia desse período, responsável por 70% das exportações brasileiras. As oligarquias de São Paulo e Minas Gerais, principais Estados cafeicultores, saem privilegiadas nessa política e revezam-se na presidência da república até 1930, o que caracteriza a “política do café com leite”.
Confeitarias e cafés passam a ser o ponto de encontro de um grupo de um grupo que valoriza as novas invenções e o passeio nas avenidas da cidade em lugar de outros costumes tradicionais.
Os temas urbanos e os problemas cotidianos são o foco das manifestações artísticas. Na literatura, destacam-se as crônicas sociais e urbanas de João do rio e Lima Barreto e os romances de Monteiro lobato, que retratavam com crueza a realidade rural do Brasil.

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.NASCE A REPÚBLICA (o Realismo, o Naturalismo, o Parnasianismo, o Simbolismo) - VOL. 05


A República no Brasil, como forma de governo, tornou-se possível quando a burguesia emergente do comércio e da indústria exigiu um governo do qual participasse, extinguindo a monarquia e o monopólio do poder pela nobreza latifundiária.
Com a abolição da escravidão em 1888, o Império se enfraquece, e em 1889 é proclamada a república brasileira.
Nas artes predominam a crítica, a sátira e o estilo realista, tudo isso aliado a um sentimento otimista e modernizador. Jornais das mais diversas tendências começam a circular estimulando a produção literária de jovens poetas simbolistas, como Cruz e Souza, contrapondo-se ao parnasianismo do grupo liberado por Olavo Bilac. Os antigos professores da Academia imperial de Belas-Artes são afastados, e assumem a escola nacional de Belas-Artes, como veio a ser chamada, Henrique Bernadelli, Rodolfo Amoedo e Zeferino da Costa, professores que haviam apoiado o movimento de dissidência de 1888, o Ateliê Livre. Inicia-se, no Brasil, as experiências impressionistas.
Mas o grande pintor da época é Almeida Júnior: adota temática própria enfocando o mundo real em obras como O Violeiro e caipira picando fuma. Muitos o consideram precursor do modernismo.
O Realismo vai da pintura à literatura de machado de Assis, cujos romances e contos têm por tema a classe média emergente do rio de Janeiro. Também realista é a obra de Euclides da Cunha, na qual relata e analisa a revolta de Canudos acompanhada por ele mesmo como jornalista, inaugurando a reflexão sociológica no Brasil. O teatro de Artur Azevedo utiliza o linguajar nacional e as cenas do cotidiano bem próximas do público. Desenvolve-se a fotografia e surge o cinema.

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.A ARTE NO AUGE DO IMPÉRIO (o romantismo - prosa) - VOL. 04


A primeira metade do século XIX foi de extrema instabilidade política: em 1808 chega à família real portuguesa e, como conseqüência disso, o país, em 1815, é elevada à condição de reino Unido. Em 1821 o rei volta a Portugal, deixando em seu lugar o filho, que proclama a independência em 1822. D. Pedro I, o primeiro imperador do Brasil livre, reina contra oposições liberais que o fazem renunciar em 1831. Sendo D. Pedro II menor de idade, o Brasil passa pelo período de regência, que se estende até 1840, quando então é declarado maior. Os primeiros anos do segundo Reinado foram palcos de revoltas republicanas, instigadas também pelos movimentos liberais que haviam atingido a França, os impérios da Europa Central e os reinos da Itália.
As artes plásticas desse período se desenvolvem sob patrocínio do estado monárquico, da Corte e dos “barões do café”. Como conseqüência desse mecenato, a pintura, se dedicou a temas épicos que louvavam os fatos e personagens políticos. O nacionalismo, fomentado desde os tempos coloniais, orienta a temática na busca de origens raciais, à moda européia. É a hora e a vez do nosso indígena, representado por composições e obras literárias que exaltam, num impulso romântico, sua imagem de pureza, bons sentimentos e heroísmo, tendência que encobre a contribuição racial africana e posterga a solução do conflito gerado pela escravidão. A elite encomenda retratos, que enfeitam as salas das mansões, e algumas cenas-de-costume, que mostram a comodidade romântica dos interesses domésticos burgueses. Além desses temas há espaço para cenas bíblicas típicas do neoclassicismo.

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.OS REINADOS (o Romantismo - poesia) - VOL. 03


A Independência do Brasil, proclamada em 1822, fez parte do ciclo de emancipação das colônias ibéricas da América Latina, ocorrido nas primeiras décadas do século XIX, influenciado, entre outros fatores, pelos interesses comerciais e industriais das grandes potências européias da época: a França e a Inglaterra.
A cultura dessa época tinha a Coroa e a Corte como principais clientes e mecenas. A formação artística e científica ficava a cargo da Academia Imperial de Belas-Artes, do Conservatório de Música do Rio de Janeiro e das faculdades de Direito. O estilo neoclássico dominava na pintura, na arquitetura e na literatura, perpetuado pelos rigores do ensino acadêmico. Só na metade do século XIX, com a estabilidade política da monarquia e o desenvolvimento agrocafeeiro, criam-se condições de renovação, surgindo às primeiras expressões do Romantismo entre nós. A vida urbana, intensificada pelo intercâmbio comercial com a Europa e o crescimento das camadas médias da sociedade, anima o cenário cultural. Na poesia, destacam-se grandes nomes, como Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu. No romance, despontam Joaquim Manuel de Macedo e José de Alencar. Pode-se dizer que o Romantismo, no seu desligamento das raízes lusitanas e do universalismo neoclassicista, expressou os anseios por uma real independência.

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.INDEPENDÊNCIA (o Neoclassicismo) - VOL.02


As idéias liberais surgidas com o Iluminismo estiveram presentes nas modificações intensas que ocorreram no mundo durante o século XVIII. Uma nova ordem social pressupunha o poder laico, a representatividade do estado, a cidadania, a legalidade e o fim da escravidão entre homens e nações.
O Rio de Janeiro se transforma em sede política, econômica e cultural do Brasil. D. João VI empreende a remodelação da cidade e procura impor o poder real sobre três séculos de influência das ordens religiosas. O Brasil adquire os contornos de nação: desenvolvem-se o artesanato e o comércio, são criadas instituições laicas e um burocracia de Estado, surge a imprensa, fundam-se escolas e academias. A organização colonial integra-se à Corte portuguesa.
No campo das artes, esse programa de desenvolvimento econômico e cultural da colônia resultou na vinda para o Brasil, em 1816, da Missão Artística Francesa – grupo de artistas e artífices chefiado por Joachim Lebreton para ensinar artes e ofícios aos brasileiros. O arquiteto Grandjean de Montigny, os escultores Auguste Marie Taunay e Marc Ferrez, o pintor Nicolas Antoine Taunay e Jean-Baptiste Debret foram alguns dos nomes que vieram revolucionar as artes plásticas: introduziram o neoclassicismo em oposição ao barroco eclesiástico e os temas nacionais e históricos em lugar dos temas sacros. Foram os responsáveis pela fundação da Real Academia de Belas-Artes, transformada depois na escola Nacional de Belas-Artes.

COLEÇÃO: PANORAMA HISTÓRICO NACIONAL.SÉCULO XVIII: A COLÔNIA DOURADA (o Barroco) - vol.01


O objetivo da colonização – a organização da produção para fornecer ao mercado europeu produtos agrícolas e minerais – determinou as formas básicas de nossa economia, marcando profundamente sua evolução.
Nas artes e na literatura, o Barroco como manifestação da arte religiosa é o movimento mais importante, distinguindo-se do Barroco das demais colônias americanas. Antônio Francisco Lisboa “o Aleijadinho”, e Manuel da Costa Ataíde são seus principais representantes. Na literatura, destacam-se os poetas árcades Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Alvarenga Peixoto.

CD: Tevelandia - 1986. Tevelandia - 1986 - Os programas e os artistas de TV preferidos pelas Crianças


Tevelandia - 1986 - Os programas e os artistas de TV preferidos pelas Crianças Sigla - SOM Livre 530.027 - XSB-3133

01. Olha pro Céu (Clayton - Antoino Carlos) canta Fofão - part.Lu Rodrigues

02. Sete Quedas (Juninho Ferreira) canta Xuxa

03. Barato Bom é o da Barata (E.Tomáz Aragón - S.Guerra - Edgard B.Poças) canta A Turma do Balão Mágico - part.esp.Erasmo Carlos

04. Cometa Bombom (Mário Lúcio de Freitas) canta Ticiane

05. O Dono da Terra (Renato Correa - Nair de Cândia) canta Os Abelhudos

06. Bambalalão (Tema de Abertura) (Caetano Zana) canta As Mininotas

07. O Maior Espetáculo da Terra (Michael Sullivan e Paulo Massadas) canta Carequinha

08. O Charme da Vovó (Roberto Leal - Márcia Lúcia) canta Vovó Mafalda

09. Bagunça na Tela (Mário Lucio de Freitas) canta Meireane

10. Pintando o Sete (Mario Lúcio de Freitas - Therê - Doctor Laerte) canta Bozo 11. Os Animais (Arnaud Rodriuges) canta Os Trapalhões

12. Dias Smurfs (Smurfing days) (B.Corbett - J.De Plesses - letra port.D.Nóbrega) - Smurfs Titulo produzido por Al Van Dam e Frans Erkelens gravado para Dureco B.V. / Holanda, representado no Brasil por Alldisc - Consultoria e Comercial Fonográfica Ltda. - SP Gerente de produto - Toninho Paladino Edição - Ieddo Gouveia fonogramas cedidos por RGE (faixas 1) Polygram (faixas 2) CBS (faixas 03) Marshmellow (faixas 4,09) Discos Copacabana (faixas 08) RCA (faixas 10) Alldisc (faixas 12) capa - ilustração ARthur Braga coordenação gráfica Felipe Taborda arte Final - Eduardo Borges

Mundo Maravilhoso de Walt Disney - 1975 - Trio Patinhas


produção de Theotonio Pavão


Músicas

01 Introdução - When You Wish Upon a Star (Leig-Harline-Ned Washington)

02 Lobo Mau e os 3 Porquinhos ( Albert Pavão)

03 Zé Carioca ( Theotonio Pavão)

04 Peninha (Theotonio Pavão) 05 Huguinho,Zézinho e Luizinho - Os Sobrinhos (Theotonio Pavão)

06 Vovo Donalda (Theotonio Pavão)

07 Pateta e Mickey no Burguestão (Theotonio Pavão e Alberto Pavão)

09 Alo Walt Disney (Theotonio Pavão)

10 Pato Donald (Theotonio Pavão)

11 O Grilo Falante (Theotonio Pavão)

12 Prof Pardal (Theotonio Pavão)

13 Zorro ( Theotonio Pavão)

14 Moedinha do Tio Patinhas (Theotonio Pavão)

15 Coelho Quincas ( Theotonio Pavão)

16 Primo Gastão (Theotonio Pavão)

17 Pluto (Theotonio Pavão)

18 Papai Walt Disney (Savona-Giocobetti-versão Espirito Santo