sexta-feira, 29 de maio de 2009

O DESCOBRIMENTO DO BRASIL (HUMBERTO MAURO) - 1937



GRANDE RARIDADE DE 1937. FILME DO PIONEIRO HUMBERTO MAURO. Transcrição fílmica da Carta de Achamento do Brasil, escrita pelo escrivão da frota, Pero Vaz de Caminha. - Adaptação da carta de Pero Vaz de Caminha - Primeiro filme educativo produzido pelo Governo Vargas. - Título em Inglês: The Discovery of Brazil. - Exteriores: Ilha do Governador, praia da Freguesia, Campo Grande (derrubada do jequitibá) e Ilha d'Água. - O filme, patrocinado pelo Instituto de Cacau da Bahia, estreou no Palácio Teatro do Rio de Janeiro a 6 de dezembro de 1937. - A 30 de novembro houve uma sessão especial para autoridades e convidados. Uma das características do filme foi a reconstituição, em tamanho natural, com detalhes, da nau capitânia de Cabral, construída diante dos camarins da Cinédia, assim também como as miniaturas, por José Queiroz. Já anteriormente, em "Bonequinha de seda", o mesmo técnico havia feito as miniaturas superpostas no ângulo da câmera. - Foi exibido em Portugal, merecendo elogios dos jornais O Século e Diário de Notícias.

BAILE PERFUMADO



Amigo íntimo do Padre Cícero, o mascate libanês Benjamin Abrahão decide filmar Lampião e todo seu bando, pois acredita que este filme o deixará muito rico. Após alguns contatos iniciais ele conversa diretamente com o famoso cangaceiro e expõe sua idéia, mas os sonhos do mascate são prejudicados pela ditadura do Estado Novo. Elenco: Dud a Mamberti (Benjamin Abrahão) Luís Carlos Vasconcelos ( Lampião) Aramis Trindade (Tenente Lindalvo Rosas) Chico Diaz (Coronel Zé de Zito) Jofre Soares (Padre Cícero) Cláudio Mamberti (Coronel João Libório) Germano Hauiut (Ademar Albuquerque) Giovana Gold (Jacobina)

EU MATEI LUCIO FLAVIO


Jovem da classe média suburbana, Mariel Mariscot de Mattos, ganhou fama como policial de grande atuação no submundo do crime. Seu primeiro trabalho como guarda-vidas de uma praia na Zona Sul do Rio de Janeiro, abriu-lhe as perspectivas para mais tarde entrar na Academia de Polícia, onde integrou um famoso grupo de policiais de elite, especializados no combate a bandidos de alta periculosidade. Com as mesmas origens de Mariel, Lúcio Flávio Vilar Lírio, é um jovem em busca de ascensão social. Para conseguir isso, opta pelo crime, o assalto a bancos e empresas. Em pouco tempo, Lúcio e seu bando tornam-se os homens mais procurados pela polícia carioca. Com trajetórias de vidas semelhantes, mas lutando em campos opostos, Lúcio e Mariel acabam se defrontando, numa representação individualizada de uma luta global entre polícia e marginais. Elenco: Jece Valadão, Monique Lafond, Anselmo Vasconcelos, Vera Gimenez, Maria Lúcia Dahl, Paulo Ramos, Nildo Parente, Otávio Augusto, Marcus Vinicius, Rodolfo Arena, Maria Zilda, Celso Faria, Fábio Sabag, Dary Reis, Fernando José, Lucy Mafra, Othoniel Serra, Carlos Alberto de Souza Barros, Álvaro Guimarães, Alberto Magno, Fátima Leite, Ronaldo Santos, André de Biase, Paulo Roberto Marques Barbosa, Moustaphá Agoumi, Marcos Antonio Pereira, Rosenda Rihan, Elizabeth Nunes, Marcia Brito, Cidinha Mayer, Flávio São Thiago, José de Freitas, Mário Petraglia, Alexandre Vieira Direção: Antônio Calmon Produção : Jece Valadão Gênero: Policial, Nacional País: Brasil Duração: 97min Ano Original: 1979

sábado, 18 de abril de 2009

Mutum - João Guimarães Rosa



Mutum quer dizer mudo. Mutum é uma ave negra que só canta à noite. E Mutum é também o nome de um lugar isolado no sertão de Minas Gerais, onde vivem Thiago e sua família. Thiago tem dez anos e é um menino diferente dos outros. É através do seu olhar que enxergamos o mundo nebuloso dos adultos, com suas traições, violências e silêncios. Ao lado de Felipe, seu irmão e único amigo, Thiago será confrontado com este mundo, descobrindo-o ao mesmo tempo em que terá que aprender a deixá-lo.


Curiosidades- Em seu primeiro longa-metragem de ficção, a diretora de Passaporte húngaro adaptou a novela Campo geral, primeira história que compõe o livro Manuelzão e Miguilim de Guimarães Rosa. Ele narra a dolorida infância de um menino que cresce nos campos do Mutum, sertão de Minas Gerais. - O nome dos personagens-mirins, no entanto, foram trocados, e eles passaram a ser chamados pelos nomes dos próprios atores - todos não profissionais, escolhidos na região das filmagens. - Incluído na seleção da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2007. - Filmado nas chapadas de Minas Gerais, em pleno sertão mineiro, numa região com poucas estradas e muitos lugares ainda sem energia elétrica. - Inspirado na história de Miguilim, da novela "Campo Geral" (Manuelzão e Miguilim), de João Guimarães Rosa (1908 – 1967), considerado o maior escritor brasileiro do século XX, autor de obras-primas como Sagarana e Grande Sertão: Veredas. - A maior parte das pessoas que atua no filme não são atores profissionais. A maioria das crianças e dos vaqueiros nunca foi ao cinema.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia - 1977


Narra os últimos momentos da vida de Lúcio Flávio, um marginal carioca que antes de morrer conta para o repórter de um jornal o nome das pessoas que o envolveram e que o tornaram um dos bandidos mais populares do Rio de Janeiro. Começa com o assalto a um banco, numa cidadezinha do interior. Paralelamente, uma ação policial, chefiada pelo Dr. Bechara e o Policial 132, começa nos subúrbios do Rio de Janeiro, a fim de localizar Lúcio Flávio. Elenco Reginaldo Faria (Lúcio Flávio) Ana Maria Magalhães (Janice) Ivan Cândido (Bechara) Ivan de Almeida (Liece) Jurandir de Oliveira José Dumont (Prisioneiro) Lady Francisco (Lígia) Alvaro Freire (policial federal) Milton Gonçalves (132) Stepan Nercessian (suicida) Grande Otelo (Dondinho) Sergio Otero (Nijini) Paulo César Peréio (Dr. Moretti) Ivan Setta (Francisco C.O.) Érico Vidal (Klaus) Ficha Técnica Título Original: Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia Gênero: Policial Duração: 125 min. Lançamento (Brasil): 1977 Distribuição: Ipanema Filmes e Embrafilme Direção: Hector Babenco Roteiro: José Louzeiro, Hector Babenco e Jorge Durán Música: John Neschling Edição: Silvio Renoldi

Narra os últimos momentos da vida de Lúcio Flávio, um marginal carioca que antes de morrer conta para o repórter de um jornal o nome das pessoas que o envolveram e que o tornaram um dos bandidos mais populares do Rio de Janeiro. Começa com o assalto a um banco, numa cidadezinha do interior. Paralelamente, uma ação policial, chefiada pelo Dr. Bechara e o Policial 132, começa nos subúrbios do Rio de Janeiro, a fim de localizar Lúcio Flávio. Elenco Reginaldo Faria (Lúcio Flávio) Ana Maria Magalhães (Janice) Ivan Cândido (Bechara) Ivan de Almeida (Liece) Jurandir de Oliveira José Dumont (Prisioneiro) Lady Francisco (Lígia) Alvaro Freire (policial federal) Milton Gonçalves (132) Stepan Nercessian (suicida) Grande Otelo (Dondinho) Sergio Otero (Nijini) Paulo César Peréio (Dr. Moretti) Ivan Setta (Francisco C.O.) Érico Vidal (Klaus)

Ficha Técnica

Título Original: Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia

Gênero: Policial

Duração: 125 min.

Lançamento (Brasil): 1977

Distribuição: Ipanema Filmes e Embrafilme

Direção: Hector Babenco

Roteiro: José Louzeiro, Hector Babenco e Jorge Durán

Música: John Neschling

Edição: Silvio Renoldi

Sermões. A História de Padre Antônio Vieira - 1990


Narrativa que mistura o figurativo e o histórico sobre a vida do padre jesuíta Antônio Vieira, que nasceu em Lisboa em 1608 e foi assassinado na Capitania Hereditária de Salvador, em 1697.

Curiosidades

- O enredo é sobre seus famosos sermões. que não são apresentados diretamente através de uma linguagem convencional, típica dos filmes biográficos, mas num estudo experimental editado com diversas cenas de clássicos do cinema universal dos anos 20 e 30.

- O filme foi idealizado durante doze anos, realizado em onze dias e estreou na televisão antes de entrar no circuito comercial.

- Aclamado em Portugal, custou apenas US$ 100 mil.

Quincas Borba (Machado de Assis) - 1987




Ao morrer, o filósofo Quincas Borba lega uma enorme fortuna a Rubião, seu discípulo e amigo. Rubião, despreparado para a nova vida, se apaixona à primeira vista por Sofia, uma bela mulher, que o mantém, a partir do primeiro encontro, preso aos interesses de Cristiano Palha, o marido que a domina inteiramente. Aos poucos, Rubião dilapida a fortuna em negociatas que Cristiano Palha conduz, habilmente tendo como escudo a própria mulher. Sem nunca ter conquistado Sofia, Rubião se isola de tudo e de todos levando de volta a cidade interiorana de onde saira, apenas suas alucinações e seu pequeno cão, também chamado Quincas Borba. Já doente na sua cidade natal, morre e deixa uma última frase. Em um momento de lucidez de sua morte, diz: "Ao vencedor, as batatas".


FICHA TÉCNICA:


Ano: 1987


Duração: 116 Minutos


Roteiro e Direção: Roberto Santos


ELENCO:


Fúlvio Stefanini


Paulo Villaça


Adriana Abujamra


Brigitte Broder


Laura Cardoso


Harley Carneiro


Walter Forster


Marlene França


Josmar Martins


Rubens Moral


Helber Rangel


Luiz Serra

ESPECIAL TV GLOBO: O Besouro e a Rosa, Mário de Andrade - 1993


O Besouro e a Rosa, baseado na obra de Mário de Andrade, com Carla Marins, Ângelo Antônio e Aracy Balabanian.

Mário de Andrade traz em O besouro e a Rosa a temática do subúrbio de São Paulo, inclinando-se sobre os desvalidos da sorte, movido pelo sentimento fraterno do cristão, pela solidariedade e pela crítica das estruturas sociais, conhecidas no expressionismo alemão. O humilde, o periférico, as vidas fora do brilho da metrópole, minguadas e medíocres despontam neste conto urbano. O besouro e a Rosa dilata o alcance do cronista-jornalista, levando-o para as águas da efabulação, onde se transforma em narrador e personagem. No conto, o narrador encadeia a Lapa; monta o painel em que as personagens nunca são sujeitos da História que, para elas, se resume em cega engrenagem. A descrição do ambiente é, por se tratar de um conto, sem detalhes ou minúcias, ficando a cargo do leitor imaginá-lo e gradualmente construí-lo. As personagens, por sua vez, são criaturas infelizes, como no caso das tias solteironas com suas vidas monótonas e sem perspectivas novas, ou se tornam infelizes, como no caso da protagonista que ao perder a inocência fica obcecada pela idéia de não acabar seus dias solteira como as referidas tias. Outra personagem que passa a vivenciar extrema infelicidade e amargura é o padeiro João, dada a não reciprocidade de Rosa em relação a seus sentimentos e, mais ainda, pela enorme decepção frente ao enlace entre sua amada e Pedro Mulato. A trama como é próprio de um conto, é objetiva seguindo o tempo cronológico e os pormenores se acumulam numa ordem lógica, de fácil percepção. O conto se divide em antes e depois do ataque do besouro, pois, após tal fato, a protagonista da trama passa por uma conversão, uma quase metamorfose na alma, onde os sentimentos antigos são sepultados e a outrora jovem inocente e apegada as tias passa a assumir uma nova personalidade ( imperativa, enérgica), bem como, uma nova maneira de enxergar as pessoas que a cercam, passando sobretudo a ansiar desesperadamente um futuro diferente do presente vivenciado por suas tias. É importante mencionar que O Besouro e a Rosa provém das Crônicas de Malazarte, série de dez textos publicados na revista América Brasileira do Rio de Janeiro em 1923. Nesses textos, inclusive no que mais nos interessa nesta análise, o autor cria uma trindade para repartir a narração, com isso, desenham-se diferentes modos de ver, movimentando o foco narrativo que acaba por sair da esfera da tríade, para, com o narrador solidário, tingir-se no olhar e no discurso daqueles cuja história é captada. Malazarte e Belazarte, amigos íntimos, fazem a recriação do real na invenção e na fantasia. Belazarte é o cronista dos outros. Malazarte é o cronista de si e do tempo dele; subverte e imagina dentro da arte, reflete, teoriza. Malazarte e Belazarte apresentam maneiras de ver o mundo totalmente opostas, porém, numa coisa se igualam: na mentira. Belazarte é comprometido com as pequenas dificuldades do cotidiano, ilusionista no persuadir, conta o que não vê; Malazarte por sua vez, é mais analítico e conta o que julga ver, se mostrando, contudo, não raramente sarcástico e sem sonhos. O terceiro é aquele que concretiza o texto, o cronista, receptáculo das confidências de ambos?, experimentando distanciamentos e aproximações no duplo com que se envolve. Desse modo o conto comporta três pontos de vista, três linhas formadoras que seguem paralelas e às vezes se cruzam. Belazarte é aquele que conta oralmente para ter as histórias concretizadas no papel pelo cronista-narrador da ficção, e Malazarte, o que fala e é contado sempre dentro da discussão sobre a arte desdobrando o mundo do cronista-narrador e historiador jornalístico, possuem, os dois, no estrato fônico dos nomes, a palavra azar. Belazarte acusa a falta de saída das vidas pobres, o infortúnio inevitável, não se esquivando da dor conclui seus relatos negando a fórmula do conto de fada: ?Rosa foi muito infeliz?.

ESPECIAL TV GLOBO: O Coronel e o Lobisomem - 1993


Baseado no livro homônimo de José Cândido de Carvalho, O Coronel e o Lobisomem conta a história de Ponciano de Azevedo Furtado (Marco Nanine), um herói nascido e criado na fazenda do Sobradinho, inábil na gerência de terras, romântico, mas sem muito talento com as mulheres. O enredo gira em torno da disputa no tribunal entre o coronel e seu irmão de criação, Pernambuco Nogueira (Paulo Betty), que salvou a fazendo da falência. Invejoso, esquisito e covarde, ele vira o principal suspeito de ser o lobisomem que assombra a região e é expulso de suas terras por Ponciano. Anos mais tarde ele decide voltar para se vingar. Além da disputa de terras, a briga entre os irmãos de criação fica mais acirrada porque ambos querem conquistar o amor da prima Esmeraldinha (Patrícia Pillar). Para vencer esta batalha, narrada por ele mesmo, Ponciano experimenta a vida boêmia na cidade, combate agiotas e gatunos, e usa sua artimanha para desencantar assombrações.

ESPECIAL TV GLOBO: O Engraçado Arrependido, Monteiro Lobato, 1994


Um sujeito chamado Pontes, com fama de ser uma grande comediante e sarrista, resolve se tornar um homem sério. As pessoas, pensando se tratar de mais uma piada do rapaz negavam-lhe emprego. Pontes recorre a um primo de influência no governo, que lhe promete o posto da coletoria federal, já que o titular, major Bentes, estava com sérios problemas cardíacos e não duraria muito tempo. A solução era matar o homem mais rápido, e com aquilo que Pontes fazia de melhor: contar piadas. Aproxima-se do major e, após várias tentativas, consegue o intento. Morte, porém inútil: Pontes se esquece de avisar o primo da morte, e o governo escolhe outra pessoa para o cargo.

ESPECIAL TV GLOBO: A Cartomante, Machado de Assis - 1974



A Cartomante, perola machadiana com um detalhe pra lá de especial: exibido originalmente em 1974, ´´A Cartomante´´ apresenta a atriz Regina Duarte como diretora. É para ver e rever.

ESPECIAL TV GLOBO: Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida - 1994


Memórias de um sargento de milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida. Foi publicado originalmente em folhetins no Correio Mercantil do Rio de Janeiro, entre 1852 e 1853, anonimamente. O livro foi publicado em 1854 e no lugar do autor constava "um brasileiro". A narrativa de Memórias de um sargento de milícias, de estilo jornalístico e direto, incorpora a linguagem das ruas, classes média e baixa, fugindo aos padrões românticos da época, onde os romances retratavam os ambientes aristocráticos. A experiência de ter tido uma infância pobre contribuiu para que Manuel Antônio de Almeida desenvolvesse a sua obra.

Especial Tv Globo: O Comprador de Fazendas, Monteiro Lobato - 2001


Adaptação de um conto de Monteiro Lobato sobre um casal de fazendeiros que se vê obrigado a vender a propriedade para pagar as inúmeras dívidas. Só que eles fazem isso para o primeiro que aparece, sem imaginar o problema em que estão se metendo. A mesma história já foi levada às telas antes, em 1951, mas com tratamento mais ingênuo.

As Aventuras de um Barnabé ou Quase Ministro, Machado de Assis - 2001



As Aventuras de um Barnabé ou Quase Ministro´´, de 2001, dirigido por Roberto Farias, conta a história de um funcionário público que perde as regalias de Brasília e acaba parando numa cidade de interior.

ESPECIAL TV GLOBO: O Alienista, Machado de Assis - 1993


Cem anos após sua morte, Machado de Assis continua atual, moderno e surpreendente. Considerado por muitos o maior escritor brasileiro de todos os tempos, o bruxo do Cosme velho teve sua obra revisitada em DVD com humor, e a inteligência típicos de sua literatura. Com direção geral de Guel Arraes, o clássico ´´O Alienista´´ exibido em 93 parece ter sido feito sob encomenda para a sociedade de hoje, cada vez mais vigiada e delirante.

MINISSÉRIE: LAMPIÃO E MARIA BONITA - 1982


Lampião e Maria Bonita sequestraram um geólogo inglês e pediram um resgate por sua vida. Enquanto o governo e a Embaixada da Inglaterra estudam o problema, a patrulha do tenente Rufino se aproxima do esconderijo dos cangaceiros. Em meio a muita ação, lutas e traições de parte a parte, anuncia-se a batalha final entre o bando de Lampião e os "macacos" do governo, com ordens de aniquilá-lo.

ELENCO:

Nelson Xavier

Tânia Alves Roberto Bonfim

José Dumont Jofre Soares

Direção: Paulo Afonso Grisolli

Ano: 1982

Duração: 101 Minutos

Panorama do Cinema Nacional - 1968


Dir.: Jurandyr Passos Noronha, 1968, p& b, 35mm, 134 min Esta antologia apresenta nosso cinema desde o início até a eclosão do cinema novo, com seus sucessos em festivais e exibições internacionais. Inicialmente são apresentados fotos de filmes primitivos cujas cópias não mais existem. Depois os ciclos regionais, nas cidades de Porto Alegre, Recife, Cataguases, Campinas e São Paulo. Os pioneiros, com trechos de alguns filmes e documentários de época. Finalmente, trechos dos filmes mais significativos do cinema brasileiro.

Capítulos:

1) OS PRIMEIROS ANOS

2) OS ANOS 20

3) O SOM E A INDÚSTRIA NO CINEMA BRASILEIRO

4) OS ANOS 40 5) ALBERTO CAVALCANTI E A VERA CRUZ

6) O CANGACEIRO

7) OS ANOS 50

8) RIO 40º GRÁU

9) OSCARITO

10) MUSICAIS

11) O RIGOR NARRATIVO

12) CINEMA NOVO

13) O PAGADOR DE PROMESSAS

Muito Além Do Cidadão Kane (Brazil: Beyond Citzen Kane) - 1993


O Filme proibido sobre a Rede Globo produzido pela BBC O vídeo mostra como Roberto Marinho construiu o império das organizações globo, como pode corromper e manipular...(...) mostra também entrevistas de várias personalidades além de esclarecer vários fatos como 'Nec do Brasil' ' Grupo Time Life'. Após assistir esse filme você terá outra visão sobre a Rede Globo de Televisão. UM POUCO DA HISTÓRIA SECRETA Um super investimento do governo militar em telecomunicação da suporte para que nasça uma das maiores rede de tv do mundo. ( Pão e circo ao povo) futebol, novela, carnaval transmitidos ao Brasil e a saúde e educação abandonados mas o povo sob total controle da REDE GLOBO ... que em troca transmitia apenas o que era conveniente ao's' governo's'...AI5, Seqüestro do embaixador americano, bombardeio do teatro, assassinato de jornalista isso tudo era proibido de ser passado em meios de comunicação, porém a REDE GLOBO foi muito além do que era solicitado. Tancredo Neves ganha as eleições e logo anuncia Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações porém, morre antes de assumir a presidência. Sarnei assume e mantém Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações..... Antonio Carlos Magalhães cancela contrato com a NEC do Brasil que passa a valer muito pouco e logo é comprada pela REDE GLOBO após a compra Antonio Carlo Magalhães volta os contratos com a NEC do Brasil com Governo Federal com isso a REDE GLOBO ganha 350 Milhões rapidamente. Em troca Antonio Carlos Magalhães ganha algumas concessões da Rede Globo na Bahia , o Presidente Sarnei dá 90 concessões de TV em seu mandato Só o Presidente Sarnei ganha 2 afiliadas da Rede Globo. Desde então nenhuma concessão foi dada. Algumas Declarações contidas no Documentário: Chico Buarque (A tv globo proibia pessoas de existir, ela tornava pessoas em não pessoas... ela ia muito além do que era solicitada) Washington Olivetto ( O Brasil as vezes deixa de falar português e passa a falar TV Globes.) A Palavra do Presidente ( Que os ricos sejam mais ricos para que os pobre por sua vez sejam menos pobres.) A Palavra do Presidente ( Quando vejo o mundo ele está terrível, mas quando vejo o brasil na TEVÊ GLOBO tudo está uma maravilha) Luiz Inacio Lula da Silva (a globo só mente ... ela só informa sobre interesses patronais...) Armando Nogueira, fala diretamente ao dono da empresa Globo (Dr Roberto eu não vi esse compacto, se tivesse visto eu teria impedido que ele fosse ao ar, ..... a REDE GLOBO foi infeliz e fez uma edição burra... - Se referindo ao debate para presidente Collor x Lula) imediatamente após a reclamação Armando Nogueira chefe de jornalismo da Rede Globo há 22 anos foi aposentado e substituído pelo editor do debate. A imagem é uma cópia de uma fita VHS, portanto possui qualidade inferior.

CD: TRILHA SONORA - O PAGADOR DE PROMESSAS (Dias Gomes) - 1988


01 - Senhora dos ventos (Egberto Gismonti)

02 - Iluminada (Egberto Gismonti)

03 - Forrobodó 1 (Egberto Gismonti)

04 - Inhambú de fogo (Egberto Gismonti)

05 - Prova de amor (Folclore) Voz - Dulce Bressane

06 - Pedra de cantaria (Egberto Gismonti) Voz - Dulce Bressane

07 - Forrobodó 2 (Egberto Gismonti)

08 - Sol a pino (Egberto Gismonti)

09 - Sertão (Folclore)

10 - Paisagem brasileira (Egberto Gismonti)

11 - Paisagem brasileira 2 (Egberto Gismonti)


Orquestra Transarmônica D' Amla de Omrac

Regência - Egberto Gismonti

Teclados - Edu Mello e Souza

Teclados Eletrônicos - Egberto Gismonti

Saxofone Soprano - Nivaldo Ornelas

Bateria - Bibi Roca

Violoncelo - Jaques Morelenbaum Dulce Bressane - voz (5,6)

COLEÇÃO: Imaginação Criadora. Vol. 01 (Filosofia, Antropologia, Metafísica, Filosofia da Linguagem, Teoria Literária)


IMAGINAÇÃO CRIADORA I

Palestra com o filósofo José Américo da M. Pessanha, no Teatro Cecília Helena - São Paulo


IMAGINAÇÃO CRIADORA II

Imagem/ Imaginação/ Imaginário O que é fazer Ciência?

O que é fazer Conhecimento Científico?

O Racionalismo Cartesiano

A Imaginação e a Imagem segundo Jean Paul Sartre

A Imagem Pictórica e a Arte Imagética da Música

Empédocles de Agrigento, Pré-socrático do séc. V a.c.

A Cosmogonia, o Cosmo e a Natureza das coisas


IMAGINAÇÃO CRIADORA III

O exercício da Imaginação é uma outra dimensão da mesma segundo o artista Bosche.

O Papel da Imaginação dentro da Linguagem Literária de Humberto Eco;

Análise Filosófica do Filme" O Nome da Rosa";

A Arte: Como surge;

O que institui, Pontos que a sustenta;

Dimensões e Correlação com a Imaginação;

Pensar/ Imaginar/ Intuir segundo Platão


DURAÇÃO: 100 min.