quarta-feira, 26 de novembro de 2008

COLEÇÃO: Imaginação Criadora. Vol. 02 (Filosofia, Antropologia


IMAGINAÇÃO CRIADORA IV

Duas abordagens da Imaginação segundo Platão: - Esquema da Linha Dividida (esquema matemático de racionalização da Imaginação);

Alegoria da Caverna ( Mito da Caverna ) O que é realmente Pensar?

- Libertação da Imaginação e pela Imagem (dialética de representação)

A Linguagem e o Ato de Pensar;

- A Imagem auxiliando o cientista, a ciência e o artista;

Teatro defesas e críticas platônicas;

Concepções filosóficas sobre a Imaginação segundo: Descartes;

Comte;

Lalande;

Jean Paul Sartre;

Edmund Husserl.

Análise crítica do Livro Como uma obra começa de Jean Paul Sartre. Aristóteles e a metafísica concepções da Imaginação;

Papel preponderante da visão sobre os demais sentidos no século XX;

O corpo como produção de Arte e da Cultura !Corpo Operante ;

O Pensador Gaston Bachelard (1962): Biografia e Pontos de Vista Filosóficos.

DURAÇÃO 100 min.


IMAGINAÇÃO CRIADORA V

Continuação das concepções filosóficas de Bachelard em relação a Imaginação no séc. XX;

O Olhar/ a Visão: Importância e Análise de slides de algumas tapeçarias do Museu de Paris (objetivos de Artes Instigantes que nos remetem à Imaginação);

Imaginação Percepção Memória Imaginação Criadora;

Imaginação reprodutora X Imaginação Criadora; Função da Imagem na Arte; Crítica a Psicanálise quanto à questão da Imagem; Metáfora da Água, da Terra e do Fogo;

Imaginação do olhar X Imaginação sentida com o corpo;

A funcionalidade das mãos: obreira, operária, artística... Poesia Literária contemporânea Como Ler? Como Decifrar? X Liberdade;

As concepções filosóficas de bergson: Memória Hábito X Memória Lembrança.

DURAÇÃO: 105 min.


IMAGINAÇÃO CRIADORA VI

Funcionalidade da Imagem na Ciência;

Impasse da obra de Jean Paul Sartre: A Narrativa Roland Brathes;

Análise crítica da história dita como oficial e algumas desmistificações;

O Impressionismo;

Claude Monet Análise Filosófica do seu ato de pintar e de suas obras inter-relações com a Arte japonesa;

A Arte e a Pintura segundo Empédocles e outros pensadores;

A Linguagem literária e a Pintura;

A Pintura de bachelard;

Comentários do livro: Fragmentos da Poética de um Povo .

DURAÇÃO: 110 min.

COLEÇÃO: Imaginação Criadora. Vol. 03 (Filosofia, Antropologia


IMAGINAÇÃO CRIADORA VII

Considerações sintéticas sobre a Imaginação Criadora;

Síntese das idéias fundamentais anteriormente apresentadas.

Retorno a Claude Monet;

Biografia;

Análise de suas obras por Bachelard;

Fundamentações Filosóficas de suas obras; Intersecções com Bachelard;

Tempo – Fundamento Metafísico da Solidão;

Síntese do livro: “O Direito de Sonhar”;

Apresentação e análise-crítica de slides com suas obras (quadros). Função da Arte, da Imagem e da Imaginação;

- Considerações finais sobre o tema desenvolvido;

Decadência de Modelos/ paradigmas/ Indícios de outros Modelos coerentes com o Séc. XX. DURAÇÃO: 120 min.


IMAGINAÇÃO CRIADORA VIII

Verdades Eternas/ Coisas Absolutas/ modéstia; Democracia/ Intelectuais/ Verdade;

O Pensar, o mundo de um outro jeito;

- Como encontrar a saída;

- Mudanças de paradigmas.

Considerações finais: - Arte/ Artista/ Imaginação Criadora; Fechamento do Seminário.

DURAÇÃO: 15 min.

Os Garotos Virgens de Copacabana (1973)


O pai de Dani desconfia da masculinidade do filho, mas este e o primo tentam por diversos e divertidos modos se iniciar sexualmente. Produção: Alfredo Palácios e Antonio Polo Galante Direção e fotografia: Osvaldo de Oliveira Roteiro: Osvaldo de Oliveira e Enzo Barone (baseado em argumento de Antonio Polo Galante) Montagem: Sylvio Renoldi

Elenco:

Mário Benvenutti,

Nadyr Fernandes,

Ricardo Picchi,

Elizabeth Hartman,

André Luiz

Carlos Miranda.

Cia. produtora: Servicine 1973

Capitu (Dom Casmurro), Machado de Assis - 1968




Bento Santiago, um advogado de meia idade, vive sozinho numa boa casa, em bairro distante o centro do Rio de Janeiro onde é conhecido como Dom Casmurro. Para preencher a vida pacata de viúvo sem filhos, Dom Casmurro resolve contar suas lembranças, isto é, atar as duas pontas da vida, a adolescência e a maturidade. Adolescente, Bentinho descobre-se apaixonado pela menina da casa ao lado, a Capitu. Inteligente, com idéias atrevidas, Capitu convence Bentinho a não concordar com o projeto de sua mãe, Dona Glória, senhora viúva e rica, que queria fazê-lo padre. Bentinho tanto se encanta pela firmeza de Capitu quanto fica fascinado por seus cabelos, pelos olhos de ressaca e começa a conhecer as regras do amar. A vida toma o rumo que desejam os apaixonados: depois do seminário, do curso de Direito em São Paulo, casam-se. A vida corre feliz até o dia em que brota o ciúme, de tudo e de todos. A história de amor transforma-se numa história de suspeita de traição. O ciúme faz de Bento Santiago um homem cruel e perverso. Mordido pela dúvida de que o pequeno Ezequiel seja não seu filho, mas de seu amigo Escobar, com que aparenta visível semelhança, impõe a separação à Capitu. Para todos os efeitos, o bacharel rico enviava o filho, acompanhado da mãe para estudar na Suíça. Nunca mais Bentinho encontrou Capitu, que morre na Europa. Só revê o filho uma vez, antes de o rapaz morrer de tifo, numa viagem científica a Jerusalém.


Ano: 1968.


Duração: 103 Minutos Preto e Branco.


Direção: Paulo César Saraceni


ELENCO:


Isabella Ferrari


Othon Bastos


Marília Carneiro


Raul Cortez


Rodolfo Arena


Nelson Dantas


Maria Morais

As Sete Vampiras - 1987


Rio de Janeiro, meados do século XX. O botânico Fred Rossi (Ariel Coelho) é atacado por uma planta carnívora, vinda da África. Silvia Rossi (Nicole Puzzi), sua amada esposa, ao tentar salvá-lo é mordida pela planta e transformada em uma espécie de vampiro. Após o acontecido Silvia é convidada por Rogério (John Herbert), um amigo dela, para se mudar para Petrópolis, para ajudá-lo a administrar uma casa noturna que está próxima da falência. Silvia elabora um show chamado "As Sete Vampiras", que é um misto de terror e erotismo. O show se torna um sucesso, a clientela aumenta na boate e, paralelamente, várias mortes começam a acontecer. Pacheco (Colé Santana), um atrapalhado auxiliar de delegacia que se faz passar por detetive da homicídio, começa a investigar o caso. Quando Rogério morre ao ser atacado por um vampiro, a amante dele, Ivete (Simone Carvalho), contrata Raimundo Marlou (Nuno Leal Maia), um desajeitado detetive particular. Ele, com sua secretária Maria (Andréa Beltrão), conduz a investigação, mas quando sua cliente é morta a situação fica bem complicada.

Ficha Técnica

Título Original: As Sete Vampiras

Gênero: Comédia

Tempo de Duração: 87 minutos

Ano de Lançamento (EUA): 1987

Estúdio: Embrafilme / Skylight Cinema Foto Art Ltda. / Super 8 Produções Cinematográficas

Distribuição: Embrafilme Direção: Ivan Cardoso

Roteiro: R.F. Luchetti

Produção: Cláudio Klabin, Antônio Avillez e Flávio Holanda

Música: Júlio Medaglia

Fotografia: Carlos Egberto

Direção de Arte: Oscar Ramos

Edição: Gilberto Santeiro

Elenco Andréa Beltrão (Maria) Dedina Bernardeli (Vampira Dora) Tania Boscoli (Vampira) Simone Carvalho (Ivete) Ariel Coelho (Frederico "Fred" Rossi) Ivon Cury (Baron Von Pal) Danielle Daumerie (Vampira) Felipe Falcão (Silas) Wilson Grey (Fu Manchu) John Herbert (Rogério) Leo Jaime (Bob Rider) Zezé Macedo (Rina) Nuno Leal Maia (Detetive Raimundo Marlou) Susana Matos (Vampira Clarice) Carlo Mossy (Luis Terra) Bene Nunes (Chefe de Polícia) Nicole Puzzi (Sílvia Rossi) Colé Santana (Inspetor Pacheco) Lucélia Santos (Elisa Machado) Alvamar Taddei (Vampira Jane) Neuzinha Brizola Ramos Calhelha Pedro Cardoso Mariozinho de Oliveira

CD: Malba Tahan com Quarteto Infantil - 1933







Malba Tahan com Quarteto Infaltil - 1933



história narrada pelo Malba Tahan



01 - Papai do céu e a girafa Contos infantis



Compositor - Tahan, Malba



Intérprete - Tahan, Malba Acompanhamento - Quarteto Infaltil



Gravadora - Columbia



Número do Álbum - 22181



Data de Lançamento - 1933






02 - O rei que tinha uma cara engraçada Contos infantis



Compositor - Tahan Malba Intérprete - Tahan, Malba



Acompanhamento - Quarteto Infaltil



Gravadora - Columbia Número do Álbum - 22181



Data de Lançamento - 01/1933 M A L B A T A H A N






Nome: Júlio César de Mello e Souza ( pseudônimo: Malba Tahan ) vida: viveu 79 anos ( 1895 - 1974 ), a maior parte no Rio de Janeiro formação: Colégio D. Pedro II Escola Normal do RJ - Escola Politécnica do RJ ( eng. civil ) O personagem Malba Tahan No início do século, era bastante difícil de os autores nacionais conseguirem publicar qualquer coisa: os livreiros e os donos de jornais tinham medo de ficar no prejuízo. Assim, procurando-se lançar-se como escritor, Mello e Souza resolveu criar uma figura exótica e estrangeira, o Malba Tahan , e passar como tradutor dos contos e livros desse. Ao ler os Contos das Mil e Uma Noites, ainda menino, havia apaixonado-se pela cultura árabe. Partindo desse conhecimento, e melhorando-o com outras leituras e inclusive curso de árabe, construiu seu personagem. Sua criação era uma rara figura: nascido em 1885 na Arábia Saudita, já muito moço fora nomeado prefeito de El Medina pelo emir; depois, foi estudar em Istanbul e Cairo; aos 27 anos, tendo recebido grande herança do pai, saiu em viagem de aventuras pelo mundo afora: Rússia, India e Japão. Em cada aventura, Malba Tahan sempre acabava envolvendo-se com algum engenhoso problema matemático, que resolvia magistralmente. O sucesso dessa idéia de Mello e Souza foi imediato e ele acabou escrevendo dezenas de livros para seu Malba Tahan : A Sombra do Arco-Iris (seu livro predileto), Lendas do Deserto, Céu de Allah, etc, etc e o muito famoso O Homem que Calculava ( que além de ter sido traduzido para várias línguas, vendeu mais de 2 milhões de exemplares só no Brasil e está na 42a edição ). Hoje, o valor pedagógico dessa obra é reconhecido até internacionalmente. Não menos meritória de aplausos é a criatividade entretenedora dos livros de Mello e Souza; o grande escritor Jorge Luiz Borges colocava-os entre os mais notáveis livros da Humanidade. O Professor Mello e Souza Além de produzir essa vasta obra literária ( Malba Tahan ), Mello e Souza encontrou tempo para escrever vários livros de Matemática e Didática da Matemática. sozinho: Geometria Analítica, Trigonometria Hiperbólica, Funções Moduladas, etc com colaboradores: Irene de Albuquerque, Euclides Roxo, J. Paes Leme, etc Podemos destacar os seguintes aspectos de sua obra didática: foi um crítico severo da didática usual dos cursos de matemática da primeira metade deste século ( conta-se episódios de violentas discussões que travou em congressos e conferências ), foi um pioneiro no uso didático da História da Matemáticana defesa de um ensino baseado na resolução de problemas não-mecânicos na exploração didática das atividades recreativas e no uso de material concreto no ensino da MatemáticaNão podemos deixar de mencionar que foi um dos primeiros a explorar a possibilidade do ensino por rádio e televisão. Lamentamos, por outro lado, sua insistência em divulgar idéias associadas à Numerologia. Escolas onde atuou Provavelmente deve seu interesse pelo ensino ao pai e mãe, ambos professores de primeiro grau. Começou a lecionar cedo: aos 18 anos, ensinava nas turmas suplementares no Colégio D. Pedro II .



Os cargos mais importantes que teve foram: catedrático na escola Nacional de Belas Artes catedrático na Faculdade Nacional de Arquitetura catedrático no Instituto de Educação do RJ ( ex Escola Normal do RJ )



Museu Malba Tahan Está para ser inaugurado na cidade paulista

CD: Chico Buarque, Djavan, e Tom Jobim, Para viver um Grande Amor - 1980


1 Samba do carioca (Carlos Lyra - Vinicius de Moraes) Interpretação: Dori Caymmi

2 Sabe você? (Carlos Lyra - Vinicius de Moraes) Interpretação: Djavan

3 Sinhazinha (Despertar) (Chico Buarque) Interpretação: Zezé Motta

4 Desejo (Djavan) Interpretação: Djavan

5 A violeira (Chico Buarque - Tom Jobim) Interpretação: Elba Ramalho

6 Imagina (Chico Buarque - Tom Jobim) Interpretação: Djavan / Olivia Byington

7 Tanta saudade (Chico Buarque - Djavan) Interpretação: Djavan

8 A primavera (Carlos Lyra - Vinicius de Moraes) Interpretação: Djavan / Olivia Byington

9 Sinhazinha (Despedida) (Chico Buarque) Interpretação: Olivia Byington

10 Samba do grande amor (Chico Buarque) Interpretação: Djavan / Sergio Ricardo

11 Meninos, eu vi (Chico Buarque - Tom Jobim) Interpretação: Djavan / Olivia Byington

CD: Trilha Sonora do Filme: Tieta do Agreste, Caetano Veloso - 1996


A luz de Tieta (Caetano Veloso) Participação: Didá Banda Feminina; Interpretação: Caetano Veloso / Gal Costa

2 Imaculada (Caetano Veloso)

3 O motor da luz (Caetano Veloso) Interpretação: Gal Costa

4 Coração-pensamento (Caetano Veloso) Interpretação: Caetano Veloso

5 Perpétua e Zé Esteves (Caetano Veloso) Interpretação: Didá Banda Feminina

6 Tieta sorri para Perpétua (Caetano Veloso)

7 Venha cá (Caetano Veloso) Participação: Didá Banda Feminina; Interpretação: Gal Costa

8 Ascânio no jeguinho (Caetano Veloso)

9 Zé Esteves (Caetano Veloso) Interpretação: Didá Banda Feminina

10 Tieta e Ascânio (Caetano Veloso)

11 Coraçãozinho (Caetano Veloso) Interpretação: Gal Costa / Flora Diégues

12 Miragem de carnaval (Caetano Veloso) Participação: Didá Banda Feminina; Interpretação: Zezé Motta

13 Leonora na janela (Caetano Veloso)

14 Vento (Caetano Veloso) Participação: Didá Banda Feminina; Interpretação: Gal Costa

15 Perpétua (Caetano Veloso)

16 Tieta vê Lucas (Caetano Veloso)

17 Canto das lavadeiras (Caetano Veloso)

18 Construção da casa (Caetano Veloso)

19 O prefeito relembra (Caetano Veloso)

20 Festa (Caetano Veloso)

21 Cardo vai embora (Caetano Veloso) Interpretação: Caetano Veloso

22 Tonha e Tieta (Caetano Veloso)

23 Final (Caetano Veloso) Interpretação: Didá Banda Feminina

24 Miragem de carnaval (Caetano Veloso) Interpretação: Caetano Veloso

CD: Chiquinha Gonzaga, O Abre Alas - 1999


Abertura: Lua branca
2- Serei benvinda?
3- Oh! Abreo pano/O abre alas
4- O coió
5- Dona Chiquinha Gonzaga/Tango dos marinheiros
6- Hino dos Voluntários da Pátria 7- Será por Deus?
8- Canção do lobo feroz
9- Hei de amar-te até morrer 10- Flor amorosa 11- Abertura e balada de Corte na Roça
12- Balada de Corte na Roça
13- Atraente
14- Carta ao papai
15- Canção do Alcazar
16- Canção das raparigas
17- Canção de Mimi
18- Duetode Chiquinha/Mimi
19- Vinheta: habanera da Carmen
20- Quem sabe
21- Oh! mon etoile
22- Oh abre alas
23- Vinheta: casinha pequenina
24- Forrobodó em família
25- O corta jaca
26- Lua branca
27- Finale: Oh! abre alas

Trilha Sonora: Tenda dos Milagres (Jorge Amado) - 1985


01. Milagres do povo - Caetano Veloso

02. Livre - Beth Bruno

03. Olhos de Xangô (Afoxé) - Moraes Moreira

04. É D'Oxum - MPB 4

05. Eloiá - Dhu Moraes

06. Flor da Bahia - Nana Caymmi

07. Oiá - Danilo Caymmi

08. Amor de matar - Tânia Alves

09. Afoxé - Dorival Caymmi

10. Maluco pra te ver - Wálter Queiróz

CD: Mawaca. Os Lusíadas. Luíz Vaz de Camões - 2001



1. Cais (instrumental) (Magda Pucci e Ramiro Marques)
2. Velas (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
3. Doce amparo (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
4. Despedida (Fernando Patau sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
5. Largo oceano (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
6. Mauritânia (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
7. Congo (instrumental) (Magda Pucci e Armando Tibério)
8. Tempestade (instrumental) (Magda Pucci e Cíntia Zanco)
9. Tanta tormenta (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
10. Salamalekum (Magda Pucci e Zuzu Abu)
11. Puro amor - para Inês de Castro (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
12. Caminho das Índias (Instrumental) (Marcus Santurys e Ramiro Marques)
13. Kalika (Marcus Santurys, Magda Pucci e Ratnabali Adhikari)
14. Fado - "Gente Forte" (Regina Machado sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
15. Monções (instrumental) (Marcus Santurys, Ana Eliza Colomar e Ratnabali Adhikari)
16. Orientes- Ilha dos Amores (Regina Machado, Cíntia Zanco e Magda Pucci) adaptação livre do poema de Camões por Magda Pucci
17. Despertar - Ilha dos Amores (Instrumental) (Cíntia Zanco)
18. Sedução - Ilha dos Amores (Instrumental) (Cíntia Zanco)
19. Boa viagem - Ilha dos Amores (Cíntia Zanco e Magda Pucci) adaptação livre do poema de Camões por Magda Pucci
20. Epifania lusíadas (Magda Pucci sobre adaptação do poema de Camões por José Rubens Siqueira)
21. Abertura cais (Magda Pucci e Ramiro Marques - baseado em pregões tradicionais portugueses)
Grupo Mawaca Cantoras: Angélica Leutwiller, Christina Guiçá, Cris Miguel, Magda Pucci, Sandra Oak, Susie Mathias e Zuzu Abu Instrumentistas: Cíntia Zanco (violino), Ana Eliza Colomar (flauta e violoncelo), Ramiro Marques (sax soprano, sax alto, sax tenor e guizos), Gabriel Levy (acordeon), Luis Antônio Ramoska (fagote), Itamar Vidal Jr. (clarone), Armando Tibério (tablas, congas, berimbau e tímpanos), Valéria Zeidan (vibrafone, pandeirão, bendir e glockenspiel) e Magda Pucci (ocean drum)

Pinga-Fogo com Chico Xavier - Programas 1 e 2. TV TUPI - 1971


(Pinga-Fogo com Chico Xavier - Programas 1 e 2)

Descrição: Este pack especial com 2 DVDs resgata os históricos programas Pinga Fogo com Chico Xavier, um verdadeiro marco do Jornalistmo no Brasil, e traz mais de duas horas de extras, entre depoimentos, documentários e especiais. Nas noites de 28 de julho e 21 de dezembro de 1971, a TV Tupi Canal 4 de São Paulo apresentou, em seu programa jornalístico Pinga-Fogo, o médium espírita Chico Xavier, respondendo perguntas dos jornalistas Saulo Gomes, Reali Jr., Helle Alves, Herculano Pires, Freitas Nobre, Vicente Leporace e Durval Monteiro; do intelectual católico João Scantimburgo e o cientista Dr. Hernani Guimarães. Nestes programas que apresentaram aos brasileiros o que era realmente o Espiritismo, Chico Xavier deixou ensinamentos para milhões de pessoas de todas as classes sociais e culturais, sobre o porquê da vida, quem somos nós, para onde vamos após a morte do corpo físico, entre outros temas. O primeiro programa, previsto para durar 60 minutos, durou quase três horas. O segundo, com quatro horas de duração, consagrou definitivamente Francisco Cândido Xavier (1910 - 2002), o maior médium de todos os tempos. Temas abordados por Chico Xavier em Pinga Fogo: Mortes coletivas - Comunicação com parentes falecidos - O momento da morte - Operações plásticas - Cremação - Hippies - O Espiritismo e a Pena de Morte - Emmanuel foi o Padre Manuel da Nóbrega - Congelamento de corpos - Planejamento familiar - O Espiritismo e o Aborto - Transplante de órgãos - Materializações de espíritos - A censura dos espíritos - Psicografia - Vidência Espírita - Cirurgias espirituais - Psicografia católica - Moisés, o primeiro médium da história - Os espíritas são conformistas? - Contatos com outros mundos - A chegada do homem a Lua - Homossexualismo - Casamento e Divórcio - Crescimento da população da Terra - Reencarnações - O momento da reencarnação- Sexo livre - entre outros temas. Informações especiais: Entrevistas Especiais - O Repórter e o Médium, Relembrando Chico Xavier - A Grande Surpresa - A Emoção 35 anos Depois - Homenagem - A Importância de Pinga-Fogo - "Chico Xavier, uma História de Amor" - Biografia - Menus Interativos - Seleção de Cenas Procedência: Nacional Estúdio: Versatil Título Original: Pinga Fogo com Chico Xavier Tempo: 495

Cor: Preto & Branco

Elenco: CHICO XAVIER

Direção: OCEANO VIEIRA DE MELO

Recomendação: livre

Região do DVD: Multi-Região Idiomas / Sistema de som: Português - Dolby Digital 2.0

Formato de tela: FullScreen

País de Orígem: Brasil

Procedência: Nacional

Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito - 2008


Gênero: Drama

Duração: 88 min

Origem: Brasil

Estúdio: 20th Century Fox

Direção: Glauber Filho, Joe Pimentel Roteiro: Andréa Bardawill, Luciano Klein

Produção: Isabela Veras, Sidney Girão

SINOPSE O universo do sertão permeia a trama no início do filme, na qual Bezerra de Menezes vive a infância e a adolescência. Aos dezoito anos, o protagonista inicia no Rio de Janeiro seus estudos de Medicina. Lá, elegeu-se vereador e deputado em várias legislaturas e defendeu as idéias abolicionistas. Mas, o que lhe trouxe o maior reconhecimento de seu povo foi o trabalho anônimo realizado em prol dos desfavorecidos. Por conta disso, ficou conhecido como o "Médico dos Pobres". Seja como político devotado às causas humanitárias ou como médico conhecido por jamais negar socorro a quem batesse à sua porta, Bezerra de Menezes tornou-se um exemplo de homem e escreveu uma história de vida marcada pelo amor e pela caridade. Realizado com a mais avançada tecnologia digital e finalizado em 35mm, o longa-metragem “Bezerra de Menezes - O Diário de Um Espírito” faz uma fiel reconstituição de época para representar o Ceará e o Rio de Janeiro do Século XIX. Com cuidadosa pesquisa história de Luciano Klein, biógrafo de Bezerra de Menezes, aliada a extensa pesquisa iconográfica nos acervos mais importantes do país, a vida de Bezerra de Menezes será contada com passagens ficcionais e relatos de pesquisadores de sua vida e obra. A produção teve locações no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro e contou com o talento do ator Carlos Vereza interpretando Bezerra de Menezes, além de grande elenco Cearense.

O Prisioneiro da Grade de Ferro (Auto-retratos) - 2004


Um ano antes da desativação da Casa de Detenção do Carandiru, detentos aprendem a utilizar câmeras e documentam o cotidiano do maior presídio da América Latina.

Gênero Documentário

Direção Paulo Sacramento, Idioma Português,

Legendas Inglês, Espanhol,

Ano de produção 2004

País de produção Brasil,

Duração 120 min.

Distribuição Califórnia Filmes Região Multizonal Áudio Dolby Digital 5.1 e 2.0 (Português)

Vídeo Widescreen

Cor Colorido

Extras

* Menu interativo

* Seleção de cenas

* Sinopse

* Ficha técnica

* Trailer de cinema

O Casamento (Nelson Rodrigues) - 1974


O filme se passa nas 48 horas que antecedem o casamento de Glorinha, filha de um rico industrial da construção civil. Por meio de uma estrutura de flashbacks e ações entrelaçadas, conhecemos a verdade que se esconde sob a aparente felicidade burguesa: injustiças, perversões sexuais, adultério, crimes e até incesto.


FICHA TÉCNICA Título: O Casamento Direção: Arnaldo Jabor Gênero: Drama Elenco: Adriana Prieto, Paulo Porto, Camila Amado, Nelson Dantas, Maria Rúbia, Carlos Kroeber, Érico Vidal, André Valli, Fregolente, Cidinha Millan

INFORMAÇÕES TÉCNICAS Duração: 96 minutos Ano de Produção: 1976 País de Origem: Brasil Região: 0 Idiomas: Português Legendas: Inglês Sistema de Som: Dolby Digital 2.0 Formato de Tela: Fullscreen Faixa Etária: 18 anos EXTRAS Menu Interativo Seleção de Cenas Depoimento de Arnaldo Jabor Vida e Obra de Arnaldo Jabor

Noel - O Poeta da Vila - 2006


A trajetória de Noel Rosa, um dos maiores compositores da história da MPB, que trocou a faculdade de Medicina pelo samba e pela boemia carioca, na década de 20, tornando-se ídolo do rádio, aos 19 anos, com o enorme sucesso alcançado com a canção Com Que Roupa. O filme acompanha não apenas a carreira musical de Noel, como também sua vida afetiva que, até morrer prematuramente de tuberculose, dividiu-se entre dois grandes amores: Lindaura, jovem operária com quem se casou, e Ceci, dançarina com quem manteve um caso tempestuoso. Informações Técnicas Título no Brasil: Noel - O Poeta da Vila Título Original: Noel - O Poeta da Vila País de Origem: Brasil Gênero: Drama Classificação etária: 14 anos Tempo de Duração: 100 minutos Ano de Lançamento: 2006 Estréia no Brasil: 02/11/2007 Site Oficial: http://www.noelpoetadavila.com.br Estúdio/Distrib.: Pandora Filmes Direção: Ricardo van Steen

Elenco

Rafael Raposo ... Noel Rosa Camila Pitanga ... Ceci Lidiane Borges ... Linda Laura Lustosa ... Martha, Mãe de Noel Rui Resende ... Pai de Noel Paulo César Peréio ... Médico de Noel Flavio Bauraqui ... Ismael Silva Jonathan Haagensen ... Cartola Carol Bezerra ... Araci de Almeida Supla ... Mário Lago Fabrizio Fasano ... Kid Pepe Rodrigo Amim Fábio Barreto Mário Broder Valéria Castro Ingrid Conte Wilson das Neves Daniel de Castro ... Helio Rosa Milton Filho Eduardo Gallotti Cristiano Gualda Fábio Lago Rodrigo Lima Leandra Miranda Pedro Miranda Otto Érika Puga Dalva Rodrigues Roberta Rodrigues Tia Surica

O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla) - 1968


Um assaltante misterioso usa técnicas extravagantes para roubar casas luxuosas de São Paulo. Apelidado pela imprensa de "O Bandido da Luz Vermelha", traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. Debochado e cínico, este filme se transformou num dos marcos do cinema marginal. Título Original: O Bandido da Luz Vermelha Gênero: Policial Duração: 92 min. Lançamento (Brasil): 1968 Distribuição: Urânio Filmes e Riofilmes Direção: Rogério Sganzerla Roteiro: Rogério Sganzerla Produção: Urânio Filmes Música: Rogério Sganzerla Fotografia: Peter Overbeck Desenho de Produção: Andréa Tonaci Montagem: Sílvio Renoldi Elenco: Paulo Vilaça Helena Ignez Sérgio Hingst Luiz Linhares Sônia Braga Ítala Nandi Hélio Aguiar (Narração) Pagano Sobrinho Roberto Luna Sérgio Mamberti Carlos Reichenbach Renato Consorte Maurice Capovilla

terça-feira, 19 de agosto de 2008

DVD: Os Trapalhões (Programas) - 1988







EM 1966,A TV EXCELSIOR RESOLVEU CRIAR UM NOVO PROGRAMA HUMORÍSTICO.ERA O PRIMEIRO PASSO PARA A CRIAÇÃO DE UM DOS MAIORES SUCESSOS DA TELEVISÃO BRASILEIRA.NUMA MESMA HISTÓRIA,QUATRO TIPOS BEM DIFERENTES:WANDERLEY CARDOSO,O GALÃ;IVON CURY, O DIPLOMATA;TED BOY MARINO, O ESTOURADO;E RENATO ARAGÃO, O PALHAÇO.ERAM OS ADORÁVEIS TRAPALHÕES.A FÓRMULA DE QUATRO COMEDIANTES HAVIA DADO CERTO E FEZ COM QUE RENATO ARAGÃO SE APAIXONASSE PELO FORMATO. NOS ANOS SEGUINTES,RENATO TRABALHOU EM DIVERSOS HUMORÍSTICOS, MAS NUNCA ABANDONOU SEU VERDADEIRO OBJETIVO,SEMPRE PROCURANDO POR PESSOAS E COLETANDO IDÉIAS. EM 1975,NA TV TUPI,O SONHO SE CONCRETIZA.E O SUCESSO É AINDA MAIOR.DIDI,DEDÉ,MUSSUM E ZACARIAS FICARIAM ETERNIZADOS NA MEMÓRIA DE TODOS OS BRASILEIROS COMO OS TRAPALHÕES.MUSSUM NASCEU NO DIA 7 DE ABRIL DE 1941, NO RIO DE JANEIRO.DEPOIS DE UMA INFÂNCIA MUITO DIFÍCIL E NOVE ANOS EM COLÉGIO INTERNO, SE FORMOU E RECEBEU UM DIPLOMA DE AJUSTADOR MECÂNICO.MUSSUM DIVIDIA SUA CARREIRA MILITAR NAS FORÇAS ARMADAS COM A CARAVANA CULTURAL DE MÚSICA BRASILEIRA DE CARLOS MACHADO.ALÉM DISSO,FAZIA PARTE DO GRUPO OS ORIGINAIS DO SAMBA E VIAJOU COM ELES POR QUASE TODO O MUNDO. MAURO FACCIO GONÇALVES, O ZACARIAS, NASCEU EM SETE LAGOAS,MINAS GERAIS, NO DIA 18 DE JANEIRO DE 1934.TUDO COMEÇOU NA RÁDIO CULTURA DE SUA CIDADE NATAL,ONDE ALÉM DE COMENTARISTA,FAZIA PARTE DE GRUPOS DE TEATRO AMADOR.MESMO CONVICTO DE SUA VOCAÇÃO ARTÍSTICA, ZACARIAS SE MUDOU PARA BELO HORIZONTE PARA INGRESSAR NA FACULDADE DE ARQUITETURA E PARA TRABALHAR EM UM BANCO.MAS A PAIXÃO PELA ARTE ERA MAIOR E ELE AINDA ENCONTRAVA TEMPO PARA TRABALHAR NA RÁDIO INCONFIDÊNCIA.ESSA UNIÃO TROUXE FRUTOS SURPREENDENTES.LOGO DEPOIS DA ESTRÉIA DO PROGRAMA NA TV TUPI,FORAM CHAMADOS À REDE GLOBO. OS ÍNDICES DE AUDIÊNCIA SEMPRE FORAM OS MAIS ALTOS DO HORÁRIO.E AS TARDES DE DOMINGO NUNCA FORAM AS MESMAS.NOS ANOS 80, O PROGRAMA CHEGOU A BATER RECORDE,ATINGINDO MAIS DE 60 PONTOS NO IBOPE CONTRA 12 DO SEGUNDO COLOCADO.NA DÉCADA DE 90,OS TRAPALHÕES ENTRARAM NO GUINNESS COMO O GRUPO COM MAIS TEMPO DE TV NO MUNDO.OS TRAPALHÕES TAMBÉM INVADIRAM O CINEMA,BATENDO RECORDES DE BILHETERIA COM SEUS MAIS DE 40 FILMES.EM MEIO A TANTA ALEGRIA E AMIZADE, A PRIMEIRA GRANDE TRISTEZA:EM 1990 MORRE ZACARIAS. QUATRO ANOS DEPOIS,É A VEZ DE MUSSUM IR FAZER GRAÇA NO CÉU.MAIS DO QUE COMPANHEIROS DE TRABALHO,MUSSUM E ZACARIAS ERAM AMIGOS DE RENATO.NUNCA VOU ME ESQUECER DELES.FORAM PESSOAS DAS MAIS IMPORTANTES DA MINHA VIDA.FICARÃO PARA SEMPRE JUNTO COMIGO,EMOCIONA-SE RENATO.EM 1991, OS TRAPALHÕES FORAM HOMENAGEADOS PELA UNIDOS DO CABUÇU,ESCOLA DE SAMBA DO RIO DE JANEIRO, COM O ENREDO O MUNDO MÁGICO DOS TRAPALHÕES.DIDI,DEDÉ,MUSSUM E ZACARIAS.SEU MUNDO É ENCANTO E MAGIA DIGNIDADE DE PALHAÇO.FAZ VIBRAR O POVO BRASILEIRO.MESTRES DO SORRISO.TRANSFORMAM A AVENIDA EM PICADEIRO.

O Bem-Amado (Dias Gomes) - 1983







O Bem-Amado é o título de uma telenovela escrita por Dias Gomes, produzida pela Rede Globo e levada ao ar de 24 de janeiro a 9 de outubro de 1973, às 22h, com direção de Régis Cardoso e supervisão de Daniel Filho. Era inspirada numa peça teatral do próprio autor, de título Odorico, o Bem-Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, escrita em 1962. Primeira novela produzida em cores na televisão brasileira. O prefeito Odorico Paraguaçu, um político corrupto e cheio de artimanhas, tem como meta prioritária em sua administração na cidade fictícia de Sucupira, litoral baiano, a inauguração do cemitério local. De um lado, é bajulado pelo secretário gago, Dirceu Borboleta, profundo conhecedor dos lepidópteros; e conta com o apoio incondicional das irmãs Cajazeiras, suas correligionárias e defensoras fervorosas: Dorotéia, Dulcinéia e Judicéia. Dorotéia é a mais velha, líder na Câmara de Vereadores da cidade. Dulcinéia, a do meio, é seduzida pelo prefeito. E Judicéia é a mais nova - e mais espevitada. São três solteironas avessas a imoralidades - pelo menos em público, já que Odorico sempre aparece de noite para tomar um "licor de jenipapo"... De outro, tem que lutar com a forte oposição liderada pela delegada de polícia Donana Medrado, que conta com o dentista Lulu Gouvêia, inimigo mortal do prefeito e líder da oposição na Câmara - atracando-se constantmente com Dorotéia no plenário. E ainda com o jornalista Neco Pedreira, dono do jornal local, A Trombeta. O meio-termo se intensifica com a presença de Nezinho do Jegue, defensor fervoroso de Odorico quando sóbrio, e principal acusador, quando bêbado! Maquiavelicamente, o prefeito arma tramas para que morra alguém, sendo sempre mal sucedido. Nem as diversas tentativas de suicídio do farmacêutico Libório, um tiroteio na praça e um crime lhe proporcionam a realização do sonho. Para obter êxito, Odorico traz de volta a Sucupira um filho da terra: Zeca Diabo, um pistoleiro redimido, que recebe a missão de matar alguém para a inauguração do cemitério. Como se não bastasse, Odorico ainda tem que enfrentar os desaforos de Juarez Leão, médico personalístico da oposição, que se envolve com sua filha Telma e faz um bom trabalho em Sucupira, salvando vidas - para desespero de Odorico. Ao final, uma irônica surpresa: Zeca Diabo, revoltado, mata Odorico, que, finalmente, inaugura o cemitério! Em 1996, no Chile, a história foi adaptada com o título de Sucupira, tendo alcançado grande sucesso.



Elenco Paulo Gracindo - Odorico Paraguaçu Lima Duarte - Zeca Diabo (José Tranqüilino da Conceição) Emiliano Queiroz - Dirceu Borboleta (Dirceu Fonseca) Ida Gomes - Dorotéia Cajazeira Dorinha Duval - Dulcinéia Cajazeira Dirce Migliaccio - Judicéia Cajazeira Jardel Filho - Dr. Juarez Leão Sandra Bréa - Telma Paraguaçu Zilka Salaberry - Donana Medrado Carlos Eduardo Dolabella - Neco Pedreira Lutero Luiz - Lulu Gouvêia Milton Gonçalves - Zelão das Asas Gracindo Jr. - Jairo Portela Maria Cláudia - Gisa Dilma Lóes - Anita Medrado João Paulo Adour - Cecéu Paraguaçu Rogério Fróes - Vigário Ruth de Souza - Chiquinha do Parto Ana Ariel - Zora Paraguaçu Angelito Mello - Mestre Ambrósio João Carlos Barroso - Eustórgio Arnaldo Weiss - Libório Wilson Aguiar - Nezinho do Jegue Antônio Carlos Ganzarolli - Tião Moleza Ferreira Leite - Joca Medrado Augusto Olímpio - Cabo Ananias Apolo Corrêa - Maestro Sabiá Juan Daniel - Dom Pepito Suzy Arruda - Florzinha Isolda Cresta - Nancy Guiomar Gonçalves - Maria da Penha André Valli - Ernesto Cajazeira Nanai - Demerval Barbeiro Jorge Botelho - Nadinho Teresa Cristina Arnaud - Mariana Auricéia Araújo - Mãe de Zeca Diabo Júlio César - Isaque Participações especiais Álvaro Aguiar - Coronel Hilário Cajazeira Rafael de Carvalho - Coronel Emiliano Medrado

Dom Quixote (Miguel de Cervantes) Orson Welles - 1960 RARIDADE


Aclamado pelos críticos como um dos maiores cineastas de todos os tempos, Orson Welles era obcecado pelo romance Don Quixote, de Miguel de Cervantes, mas nunca conseguiu terminar o seu filme. Após mais de dez anos de conturbadas filmagens, seu projeto permaneceu inacabado. Aqui os personagens de Don Quixote e Sancho viajam pela Espanha de 1960, revelando as pessoas e seus costumes, destacando a clausura e corridas de touros que tanto apaixonava Orson Welles, sem deixar de lado tradição populares como festas de mouros e cristãos, ou procissões religiosas. A excepcional interpretação de Reiguera e Tamiroff, assim como a aparição do próprio Orson Welles em algumas cenas, tornam este filme imprescindível.


FICHA TÉCNICA

Título Original: Le Procès

Ano de Lançamento: 1992

Países: Espanha/Itália/EUA

Áudio: Espanhol/Inglês

Direção: Orson Welles

Elenco: Francisco Reiguera, Akim Tamiroff, Orson Welles, José Mediavilla, Juan Carlos Ordóñez, Constantino Romero, Fernando Rey.

Duração: 116 minutos

INFORMAÇÕES SOBRE O DVD

Região: 0 Legenda: Português

Tipo de Audio: Dolby Digital

Formato de Tela: Fullscreen